barra dúvida um
barra dúvida dois
site dúvida
logo musculação
casal fitness
lupa

Enciclopédia do Fisiculturismo

© Copyright

mail barra
Botão Menu

LinkedIn
botão calculadoras
título calculadoras
fecha calc
calculadora bf calculadora tmb calculadora imc

fecha visi

Usuários On-Line

Veja o que estão acessando

 

• não estão excluídos desta relação os acessos feitos por robôs (bots)

• contabilizados os acessos totais nos últimos 30 minutos

31
Veja detalhes

 

A sua saúde depende dos esteroides

 

  • Biossíntese Esteroides

Marcelo Calazans

Elaborado em 30/08/2018

 

RUSSI, MC. Sua saúde depende dos esteroides. Matérias Musculação, São paulo, ago. 2018.

 

SUMÁRIO

 

 

Introdução

 

A vida de todos os seres humanos depende dos esteroides para existir[1], não haveria nenhum ser humano vivo no planeta Terra, se os esteroides não existissem dentro do corpo de todos nós cumprindo funções fisiológicas e bioquímicas específicas.

 

Mas sabemos que a busca pela melhoria da estética física, acaba muitas vezes levando as pessoas a cometerem muitos exageros, entre eles os exageros cometidos pelos usuários de esteroides anabolizantes, que é totalmente desaconselhado.

 

Muitos problemas de saúde podem ser causados pelos esteroides anabolizantes quando utilizados visando apenas o ganho de massa muscular, isso fez com que a palavra “esteroides” se tornasse sinônimo de “droga”, ou sinônimo de algo que leva à morte. Hoje em dia, a palavra “esteroides” é erroneamente usada de forma negativa pela sociedade e pela mídia em geral.

 

A grande maioria ao ler a frase: “A sua saúde depende dos esteroides”, vai ficar totalmente assustada.

 

Mas calma, nossa função aqui nesta matéria é usar a ciência para mostrar porquê nossa vida depende dos esteroides para existir, e explicar o que são na verdade os esteroides e qual é a relação disso tudo com os esteroides anabolizantes.

 

Na Figura 1 abaixo, relacionamos importantes esteroides presentes no corpo dos seres humanos[2,3,4]:

 

Biossíntese Esteroides Colesterol

Figura 1

 

Algumas pessoas de pensamento mais simplista imaginam que “esteroide é aquilo que faz crescer músculo”, mas percebam que os esteroides vão muito além disso, e ao contrário do que se pensa, o nosso corpo conta com uma vasta quantidade de esteroides que cumprem papel importante na manutenção da nossa saúde.

 

Tudo parte do colesterol, e o colesterol é a matéria prima para a produção dos esteroides que existem no nosso corpo[2], isso nos demostra também, que o colesterol não é apenas “aquele vilão que entope nossos vasos sanguíneos”, devemos entender também que sem o colesterol não seria possível manter plena a nossa saúde.

 

Testosterona

 

Vamos iniciar pela explicação do esteroide testosterona, pois ele talvez seja o responsável pela má fama dos esteroides.

 

A testosterona é classificada como esteroide androgênico anabólico (EAA)[5,6,7], ou como também é conhecida, apenas esteroide anabolizante[8].

 

De todos os esteroides citados acima na Figura 1, a testosterona é realmente o esteroide que tem o potencial de acelerar o desenvolvimento muscular, e uma de suas funções é aumentar e ajudar na manutenção da nossa musculatura[9].

 

O esteroide testosterona existe de forma endógena naturalmente no corpo do homem e da mulher, e ele ajuda no crescimento e na manutenção da massa muscular. Mas o esteroide testosterona também existe fora do corpo humano e ele é produzido em indústrias farmacêuticas como medicamento, e ele inicialmente foi produzido para auxiliar no tratamento e na cura de doenças.

 

Atualmente, ainda existem formas de testosterona produzidas em indústrias farmacêuticas que podem ser receitadas por médicos para tratar principalmente problemas masculinos de baixa testosterona.

 

Como exemplo de aplicação terapêutica do esteroide testosterona produzido em indústrias farmacêuticas como medicamento, nós podemos citar os casos de reposição hormonal em homens de meia idade (TRT), que são os casos mais comuns em que se utiliza o esteroide testosterona produzido em indústrias farmacêuticas[10].

 

Foi exatamente neste ponto com o esteroide anabolizante testosterona, que se iniciou todo o problema que criou o mito da palavra “esteroides”, pois muitas pessoas se aproveitam das formas de testosterona produzidas em indústrias farmacêuticas como medicamento, e fazem uso delas afim de obter crescimento de massa muscular acima do normal, que é muito comum de se encontrar em frequentadores de academias praticantes de musculação.

 

Existem outros esteroides anabolizantes produzidos em indústrias farmacêuticas, que são derivados sintéticos da testosterona e que foram destinados para fins terapêuticos na forma de medicamentos[5,11]. Como exemplo podemos citar o estanozolol, nandrolona, oximetolona e a oxandrolona[5], e que também são utilizados de forma abusiva por frequentadores de academias praticantes de musculação que querem com eles apenas obter crescimento muscular.

 

Acompanhe abaixo na Figura 2, as derivações dos esteroides anabolizantes sintéticos mais conhecidos já utilizados no tratamento clínico e também equivocadamente utilizados para ganho de massa muscular e doping no esporte[10].

 

Derivação Esteroides Sintéticos

Figura 2

 

O uso dos esteroides anabolizantes de forma equivocada por praticantes de musculação e por atletas visando doping, foi o que deu origem a errônea ideia de que “esteroide é uma coisa que faz apenas crescer músculo”, criando o mito de que esteroides são substâncias ruins e “venenosas” muitas vezes comparadas até com as “drogas”.

 

A função dos esteroides na saúde humana

 

A primeira coisa que as pessoas devem entender, é que nem todos os esteroides são anabolizantes.

 

A testosterona é o principal esteroide anabolizante natural do nosso corpo[8], mas o nosso corpo conta com diversos outros esteroides que cumprem funções diferentes no nosso organismo.

 

Para ajudar a quebrar esse paradigma irracional que associa os esteroides com algo ruim, vamos mostrar alguns esteroides apresentados anteriormente na Figura 1 e explicar a função deles no corpo humano.

 

O esteroide aldosterona possui um papel chave no controle cardiovascular[12].

 

Ele é responsável pelo equilíbrio do sódio no nosso corpo, e desta forma, ele ajuda a controlar o volume sanguíneo e a pressão arterial[13].

 

Já o esteroide cortisol, tem ação na musculatura, fígado e tecido adiposo[14].

 

Ele exerce efeitos metabólicos potentes em muitos tecidos, sendo anabólico no tecido hepático e catabólico nos músculos e na gordura. Isso possibilita que ele colabore para aumentar as concentrações de glicose no sangue quando necessário[15].

 

O efeito catabólico do esteroide cortisol na nossa musculatura, pode ser traduzido em consumo de tecido muscular[16], que pode ser ilustrado como sendo o oposto do anabolismo, que é exercido pelo esteroide anabolizante testosterona quando atua na manutenção e crescimento dos nossos músculos.

 

Percebam que esteroide não é sinônimo de crescimento muscular, pois o cortisol é um esteroide que pode fazer exatamente o contrário, e isso pode ser demostrado nos pacientes com Síndrome de Cushing.

 

A Síndrome de Cushing, se caracteriza como uma disfunção que pode ser provocada por altas concentrações do esteroide cortisol, que pode levar a fraqueza e perda de massa muscular[17].

 

Mas o cortisol em doses normais no nosso corpo tem a sua importância, e um bom exemplo da necessidade dos esteroides aldosterona e cortisol pode ser ressaltada na Doença de Addison (insuficiência adrenal primária), que se caracteriza como uma disfunção na qual as concentrações dos esteroides aldosterona e cortisol ficam diminuídas[18].

 

Nos casos agudos, a Doença de Addison pode causar hipercalemia, hipotensão, hiponatremia e hipoglicemia, podendo em casos graves levar à morte[19].

 

O cortisol também é relacionado com as fases do sono e nosso estado de vigília. Achados indicam que em indivíduos normais, o sono de estágio 1 que é o sono mais leve, bem como o estado de vigília acompanham os aumentos de cortisol[20].

 

Não poderíamos deixar de falar sobre os esteroides sexuais e sua importância para nós seres humanos.

 

A raça humana atingiu sua prosperidade povoando o planeta, e foi isso que possibilitou nossa vida, mas isso só foi possível graças a eficiência do processo reprodutivo humano.

 

Os esteroides sexuais testosterona, progesterona e estrogênio[21], estão intimamente ligados com a reprodução humana[22,23,24], desta forma, fica claro que a presença desses esteroides sexuais é importante para que tenhamos a nossa existência.

 

O esteroide anabolizante endógeno testosterona, como vimos acima, participa de forma ativa nos processos reprodutivos humanos e auxilia na manutenção e crescimento do tecido muscular, mas além disso, ele exerce outras importantes tarefas no nosso corpo.

 

Nós temos o hábito de ver a testosterona apenas envolvida nos aspectos físicos e de crescimento muscular, mas ela também exerce papel importante no desenvolvimento do nosso SNC (Sistema Nervoso Central)[25]. Já existe evidência clínica atual de um relacionamento entre a testosterona e a nossa função cognitiva[26].

 

O fato da testosterona ter um papel marcante influenciando de forma significativa o nosso cérebro por meio de vários processos neurobiológicos[27,28], faz dela atualmente cotada como influente em processos envolvidos com a depressão em homens com baixa testosterona[29].

 

Como podemos ver, a testosterona que é classificada como esteroide androgênico anabólico (EAA)[5,6,7], ou apenas como esteroide anabolizante[8], na verdade faz muito mais do que apenas prover o crescimento muscular.

 

Testosterona bioidêntica

 

É muito comum nos dias atuais vermos citações de reposição de testosterona bioidêntica.

 

O termo hormônio bioidêntico não possui uma definição padronizada, e por esse motivo muitas vezes confunde pacientes e profissionais[30].

 

Tecnicamente podemos dizer que o termo bioidêntico é um neologismo pseudocientífico, que tenta se referir aos hormônios endógenos naturais que nosso próprio corpo produz[31].

 

Um estudo que visou produzir uma definição concisa de hormônios bioidênticos com base em uma revisão de literatura, pesquisou nas bases de dados PubMed, EMBASE, IPA, Journal of International Compounding e Internet. Foram encontrados 63 objetos de pesquisa, com base nas análises eles concluíram que houve uma falta de consenso em toda a literatura e na internet quanto a uma definição padrão para o termo[32].

 

Conforme publicado pelo Conselho Federal de Medicina[33] (Processo Consulta CFM nº 4.690/11 – Parecer CFM nº 29/12), “o termo hormônio bioidêntico está sendo utilizado indevidamente apenas para os hormônios manipulados, como se fossem novas opções de tratamento, quando, na verdade, há muito tempo hormônios bioidênticos são produzidos em indústrias farmacêuticas e estão disponíveis nas farmácias“.

 

Eles ainda ressaltam que “quando um endocrinologista prescreve testosterona, ele na realidade está receitando um hormônio bioidêntico, no sentido de que ele é um hormônio cuja fórmula molecular é igual à do hormônio produzido pelo corpo humano, apenas não é manipulado em farmácias. No entanto, a sua estrutura molecular em nada difere do hormônio produzido pelo organismo humano”.

 

Esse assunto sobre hormônios bioidênticos ainda irá render no futuro muitas matérias, pesquisas e discussões.

 

Mas por enquanto, não vamos nesta matéria de agora entrar no mérito da testosterona bioidêntica, e vamos apenas nos concentrar no assunto central que são os esteroides.

 

Para isso, vamos utilizar a definição mais clássica de testosterona bioidêntica utilizada por aqueles que defendem o seu uso, que descrevem ela como sendo uma substância que possui estrutura molecular exatamente igual ao nosso hormônio humano natural endógeno[34].

 

Sendo assim, podemos dizer que a testosterona bioidêntica também é um esteroide, pois ela seria exatamente igual a nossa testosterona natural produzida pelo nosso corpo, e a nossa testosterona natural produzida pelo nosso corpo, é um esteroide[2,3,4].

 

Conclusão

 

A formação da nossa vida através da reprodução humana gerada por nossos pais e a manutenção da nossa vida após o nosso nascimento, não seria possível sem os esteroides.

 

Portanto, como já demonstrado acima, nós devemos muito aos esteroides, e devemos tomar certa cautela ao usar a palavra “esteroides” para rotular pessoas e hábitos, e ao usa-la, devemos ter a consciência de que esteroide é bem mais do que apenas uma substância que permite o crescimento muscular.

 

Devemos ressaltar também, que o uso de esteroides anabolizantes visando apenas a obtenção de melhorias físico estéticas e aumento de performance esportiva, é totalmente desaconselhável, devido aos colaterais já conhecidos dessas substâncias quando utilizadas de forma exógena com essa finalidade.

 

Referências:

 

1 - Steroids: Biosynthesis, Functions and Health Implications, Carlos Amada Figueiredo, Nova Science Publishers, Incorporated, 2012.

 

2 - Berg JM, Tymoczko JL, Stryer L. Biochemistry. 5th edition. New York: W H Freeman; 2002. Section 26.4, Important Derivatives of Cholesterol Include Bile Salts and Steroid Hormones [link] acessado em 30/08/2018.

 

3 - Marques, Marlice Aparecida Sipoli; Pereira, Henrique Marcelo Gualberto; Aquino Neto, Francisco Radler de. Controle de dopagem de anabolizantes: o perfil esteroidal e suas regulações. Rev Bras Med Esporte, Niterói, v.9, n.1, p.15-24, Feb. 2003.

 

4 - Fisiologia Médica de Ganong, Kim E. Barrett, Susan M. Barman, Scott Boitano, Heddwen L. Brooks, 2014.

 

5 - Esteróides anabólicos androgênicos e sua relação com a prática desportiva, Tatiana Sousa Cunha, Nádia Sousa Cunha, Maria José Costa Sampaio Moura, Fernanda Klein Marcondes, Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences vol. 40, n. 2, abr./jun., 2004.

 

6 - Anabolic-Androgenic Steroids, Urival Magno Gomes Ferreira, Alan de Carvalho Dias Ferreira, Andréa Maria Pires Azevedo, Rafaella Lucena de Medeiros, Carlos Antonio Bruno da Silva, RBPS 2007; 20 (4) : 267-275 [link] acessado em 30/08/2018.

 

7 - Lise, M.L.Z., Gama e Silva, T.S. da, Ferigolo, M., e Barros, H.M.T.. (1999). O abuso de esteróides anabólico-androgênicos em atletismo. Revista da Associação Médica Brasileira, 45(4), 364-370.

 

8 - Actividad física y salud, Sara Márquez Rosa, 2013.

 

9 - Russi, MC. A testosterona e os demais esteroides anabolizantes. Matérias Musculação, São paulo, ago. 2016 [link] acessado em 30/08/2018.

 

10 - William Llewellyn's, Anabolics E-Book Edition 2011.

 

11 - Russi, MC. O uso de esteroides anabolizantes no tratamento de doenças. Matérias Musculação, São paulo, jan. 2017 [link] acessado em 30/08/2018.

 

12 - Formenti, Silmara e Hermanus Maria Schoorlemmer, Guus e Moreira, Thiago e Colombari, Eduardo. (2008). Mecanismos neurais da aldosterona no controle cardiovascular e do equilíbrio hidroeletrolítico. Arquivos Brasileiros de Ciências da Saúde. 33. 10.7322/abcs.v33i1.178.

 

13 - Bollag WB, Regulation of aldosterone synthesis and secretion., Compr Physiol. 2014 Jul;4(3):1017-55.

 

14 - Glicocorticóides e síndrome metabólica: aspectos favoráveis do exercício físico nesta patofisiologia, J. Rodrigo Pauli, Luciana Souza, Gustavo Rogatto, Ricardo Gomes, Eliete Luciano, Rev Port Cien Desp 6(2) 217–228.

 

15 - Nussey S, Whitehead S. Endocrinology: An Integrated Approach. Oxford: BIOS Scientific Publishers; 2001.

 

16 - Casos Clínicos em Bioquímica, Eugene C. Toy, William E. Seifert Jr., Henry W. Strobel, Konrad P. Harms, 2016.

 

17 - Medicina Interna na Prática Clínica, Luciano Fochesatto Filho, Elvino Barros, 2016.

 

18 - Sistema Tegumentar - Bryan E. Anderson, 2014.

 

19 - Munir S, Waseem M. Addison Disease., Updated 2017 Jun 24.

 

20 - Chrousos G, Vgontzas AN, Kritikou I. HPA Axis and Sleep. [Updated 2016 Jan 18]. In: De Groot LJ, Chrousos G, Dungan K, et al., editors. Endotext [Internet]. South Dartmouth (MA): MDText.com, Inc.; 2000.

 

21 - Ginecologia de Williams - Barbara L. Hoffman, John O. Schorge, Lisa M. Halvorson, Karen D. Bradshaw, F. Gary Cunningham, 2014.

 

22 - Enfermagem Gerontológica, Gloria Hoffman Wold, 2013.

 

23 - O'Donnell L, Stanton P, de Kretser DM. Endocrinology of the Male Reproductive System and Spermatogenesis. [Updated 2017 Jan 11]. In: De Groot LJ, Chrousos G, Dungan K, et al., editors. Endotext [Internet]. South Dartmouth (MA): MDText.com, Inc.; 2000.

 

24 - Tal R, Taylor HS, Burney RO, et al. Endocrinology of Pregnancy. [Updated 2015 Dec 7]. In: De Groot LJ, Chrousos G, Dungan K, et al., editors. Endotext [Internet]. South Dartmouth (MA): MDText.com, Inc.; 2000.

 

25 - Bialek M, Zaremba P, Borowicz KK, Czuczwar SJ., Neuroprotective role of testosterone in the nervous system., Pol J Pharmacol. 2004 Sep-Oct;56(5):509-18.

 

26 - Beauchet O., Testosterone and cognitive function: current clinical evidence of a relationship., Eur J Endocrinol. 2006 Dec;155(6):773-81.

 

27 - Rubinow DR, Schmidt PJ., Androgens, brain, and behavior., Am J Psychiatry. 1996 Aug;153(8):974-84.

 

28 - Ebinger M, Sievers C, Ivan D, Schneider HJ, Stalla GK., Is there a neuroendocrinological rationale for testosterone as a therapeutic option in depression?., J Psychopharmacol. 2009 Sep;23(7):841-53.

 

29 - Rodgers, Stephanie et al. “Serum Testosterone Levels and Symptom-Based Depression Subtypes in Men.” Frontiers in Psychiatry 6 (2015).

 

30 - Files, Julia A., Marcia G. Ko, and Sandhya Pruthi. “Bioidentical Hormone Therapy.” Mayo Clinic Proceedings 86.7 (2011).

 

31 - Fugh-Berman, Adriane, and Jenna Bythrow. “Bioidentical Hormones for Menopausal Hormone Therapy: Variation on a Theme.” Journal of General Internal Medicine 22.7 (2007).

 

32 - Whelan, Anne Marie, Jurgens, Tannis M., e Trinacty, Melanie. (2011). Defining bioidentical hormones for menopause-related symptoms. Pharmacy Practice (Granada), 9(1), 16-22.

 

33 - Conselho Federal de Medicina - Processo Consulta CFM nº 4.690/11 - Parecer CFM nº 29/12, Modulação hormonal bioidêntica e fisiologia do envelhecimento, 2012 [link] acessado em 30/08/2018.

 

34 - The Clinical Significance in the Treatment with Bioidentical Hormones, Clair Maria Passarin Romancini, Géssica Renata Barbosa, Rogério Tiyo., Revista Uningá Review - Vol.28,n.3,pp. 158-163 (Out-Dez 2016).

 



 

química